terça-feira, 31 de maio de 2011

FIM DE SEMANA LOW COST

Ruínas romanas de Tróia

Quem estiver por perto da península de Setúbal este fim de semana tem uma boa oportunidade de conhecer as famosas ruínas de Tróia. Trata-se de um excelente exemplo de um complexo industrial de preparados de peixe de período romano. Neste momento está a cargo da Troia Resort que tem feito um bom trabalho na preservação deste património.
No sábado, 4 de Junho, estarão abertas e a entrada será gratuíta (10-13h e 14-18:30h), logo que bom programa low cost complementado com um belo pic nic na praia (cuidado com o sol já sabem!) e uma volta de barco para Setúbal.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

#2


Já vai a caminho do centro do país. De certeza que se vai dar bem com o calor.
Espero que o S. goste tanto da sua nova girafa como o A. do seu "chichauro".

terça-feira, 24 de maio de 2011

A magnificência da luz



Já tinha ouvido falar, mas de facto não há nada como ver.

É enorme, tal como a famosa porta principal. Cheia de luz e de calma, como deveria de ser, e não como as pesadas, frias e escuras que integram o leque do nosso património histórico.

Convida a entrar e a ficar. Convida a conversar e a brincar.

Fica em Marco de Canavezes.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Palaçoulo

A aldeia de Palaçoulo (Miranda do Douro) é conhecida por três motivos. A saber:
a) a sua tradição em cutelaria e o modelo tradicional de navalha transmontana (a palaçoula);
b) a sua tradição em tanoaria, que leva os barris portugueses aos vários "cantos" do globo terrestre;
c) e a reduzidissima taxa de desemprego (se é que ela existe) na terra graças às duas indústrias tradicionais supra citadas.
Passamos por lá este fim de semana. Da terra em si pouco vimos uma vez que o objectivo era específico. Comprar uma navalha tradicional . Ao final da tarde do Domingo de Páscoa lá conseguimos que uma das empresas familiar tradicional mas em processo de modernização nos atendesse. Além da palaçoula para a enxertia (o modelo tradicional, mas sem ponta), para oferecer, trouxemos uma cabriteira (chamada assim por ser maior e por isso ser utilizada, tradicionalmente, para matar cabritos, que é algo que não pensamos fazer!).
O J. é da mesma opinião que os transmontanos... navalha cada um tem a sua. E dá sempre jeito para as caminhadas que fazemos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Vai uma cenoura ?

Já está. Será que gosta de cenouras?
Foi um primeiro desafio engraçado, e até parece que correu bem.
Ainda não tem nome oficial e por agora é o "steg". Espero que se dê bem com o "T-Rex", pelo menos o A. gostou dele.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Santiago de Compostela























































Este fim de semana fomos buscar uns peregrinos a Santiago de Compostela. Por coincidência a sua chegada à catedral coincidiu com o Domingo de ramos. Tivemos a sorte de ver a procissão, pequena, com um ar um pouco medieval, mas engraçada.
Lá, além do tradicional ramo de oliveira (ao qual nalguns juntam ainda loureiro) as pessoas, sobretudo as crianças, levam arranjos artesanais muito bonitos em palma. Desconhecia de todo esta questão, mas parece que a palma significa a vitória, o triunfo do messias sobre a morte.
O que mais me impressionou mesmo foi o trabalho decorativo que algumas destas palmas apresentavam. Impressionante. Tenho que investigar mais sobre isto.

Ainda que não de Santiago de Compostela podem ver um exemplo aqui:
http://www.absolutelche.com/palmas-artesanas-de-elche-enviadas-a-la-familia-real-y-al-papa/

sexta-feira, 15 de abril de 2011

VianaTece

Um bom exemplo de como os saberes tradicionais podem articular-se com as necessidades da sociedade actual.
A Vianatece aproveita os restos de fábricas de tecidos, emprega cerca de 80 tecedeiras que trabalham em teares artezanais em madeira, produz tapetes e outros produtos de modo artezanal e exporta para todo o mundo.

http://www.vianatece.pt/index.html